segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Memória de brasileiro é curta

Sociedade cobra seriedade dos políticos eleitos. Porém, depois de 04 anos não sabem quem cobrar

Uma pesquisa recente, divulgada no sítio do jornal Folha de São Paulo, informa que grande parte dos brasileiros já não se lembra em quem votou nas últimas eleições.

Pensando nisso, o blog descreve abaixo o que a sociedade se lembrará nas próximas eleições, seja em 2012 ou em 2014, em relação aos candidatos em que votaram e se as promessas foram cumpridas.

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É isso mesmo! Assim como não tem nada escrito acima, grande parte dos leitores não se lembrarão de nada nas próximas eleiçãos.

Para que o leitor do blog não se sinta enganado por que não tem nada escrito, leia a matéria "Pesquisa indica que parte dos eleitores já não lembra em que votou nas eleições" no sítio da Folha.

domingo, 28 de novembro de 2010

Tá dominado, tá tudo dominado

De acordo com as notícias da mídia a situação na cidade maravilhosa está sob controle. Mas até quando?

A Polícia do Rio de Janeira festeja a invasão do Complexo do Alemão e vasculha casas, ruas e vielas para efetivar a dominação e, também, localizar armas, drogas, bandidos e traficantes.

A operação de subida da P.M., junto com o B.O.P.E., o Exército e também a Marinha, começou hoje (28/11/2010) pela manhã e deve trazer paz e estabilidade aos moradores e toda a sociedade carioca.

Depois de retomado o controle das comunidades de Vila Cruzeiro e Complexo do Alemão (aliás, havia muito tempo que o Estado não tinha o comando da situação) qual será a atitude do governo?

Tempos atrás o Alemão já havia sido alvo de uma operação pelo Estado, que usou cerca de 1.200 homens na opreção, e pelo jeito não houve melhorias. Se tivesse ocorrido no passado, hoje não seria necessária essa mega-operação.

Agora a polícia deve permanecer no complexo por tempo indeterminado para manter a estabilidade da situação e, também, obter a certeza de que o local não será controlado novamente por traficantes.

Em conjunto a isso políticas públicas devem ser implatandas para melhoria no ensino, com escolas de qualidade e cursos profissionalizantes, saúde, moradia e saneamento básico. Apenas dominar, sem trazer recursos para a comunidade, não solucionará os demais problemas existentes na sociedade.

O governo, em conjunto com a polícia federal, deverá investigar a origem das armas e drogas., pois elas subiram de alguma forma. Políticas devem ser implantadas desde a fronteira do país, as divisas entre estados e os limites dos municípios impeçam a chegada nas comunidades.

O tráfico de drogas e o comércio de armas jamais acabará e isso não é um desmérito somente do Brasil. Mas se nada for feito e a polícia sair do local, com certeza em breve teremos todos esses problemas novamente e novamente o caos será vista na sociedade.

sábado, 27 de novembro de 2010

Conflitos no Rio matam, mas não se sabe quem são as vítimas

Operação contra o tráfico na capital carioca matou e prendeu inúmeras pessoas e, até agora, não há dados sobre as pessoas envolvidas nessa situação

Os ataques dos traficantes do Rio de Janeiro, até o momento em que este textp é escrito, já dura por 07 dias. Aproximadamente 50 pessoas morreram, 100 automóveis foram incendiados e quase 200 prisões foram realizadas. Sem contar nas transferências de presos para o Paraná e, também, para Rondônia.

O governo estadual não conseguiu, através do B.O.P.E. (Batalhão de Operações Especiais), divisão da polícia que eles sentem orgulho, resolver e solicitou auxílio da Polícia Federal e do exército também para obter o controle da situação.

Nos meios de comunicação as autoridades se gabam ao dizer que a Vila Cruzeiro está sob controle e que em pouco tempo o Complexo do Alemão também estará nas mãos do Estado. Tudo indica que o tráfico e seus comandantes serão minados e que a voltará reinar entre os cariocas.

O excesso de confiança intriga um pouco, mas pode se comprerender porque querem passar calma e tranquilidade ao povo. Porém, algumas informações divulgadas não foram devidamente esclarecidas e deixam a sociedade à deriva sobre os fatos ocorridos.

Em relação as mortes não há informaçoes de quantos bandidos/traficantes e inocentes foram mortos. Sobre as prisões não divulgaram quantos são apenas suspeitos e quantos realmente foram pegos com armas, garrafas pet com gasolina e coquetéis.

A mídia, com todo seu aparato montado para a cobertura das operações, deveria verificar com as autoridades as respostas dessas perguntas. Caso contrário, as inúmeras vidas inocentes podem continuar a se perder e, ainda assim, o governo irá divulgar por aí a vitória contra os traficantes.

Essa situação é ruim. Mas sabem o que é pior que isso? A sociedade receber as notícias e informações e, ainda assim, as assimilarem com se fossem verdades plenas.

Correspondente de guerra? Quem sabe um dia!

Todo jornalista espera trabalhar na área em que mais tem afinidade e, por mais insanidade que pareça, há quem queira cobrir conflitos

Sempre gostei de temas polêmicos e me interessei por guerras que ocorreram (e ainda ocorrem) no mundo. Mas nunca gostei de ver sociedades sendo prejudicadas por conflitos em que inocentes morrem todos os dias.

Quando entrei na faculdade de jornalismo minha intenção era ser correspondente internacional de guerra, pois gostaria de compreender como as pessoas vivem em situãções em que na fila do mercado uma bomba pode explodir e muitas vidas serem perdidas.

Temas que envolvem o continete africano e o Oriente Médio me fascinam tanto que meu trabalho de conclusão de curso foi sobre o Sudão, que envolve ambos assuntos, por ser um país da África com população majoritariamente muçulmana.

O termo "correspondente internacional de guerra" foi utilizado porque nunca pensei que pudéssemos ter algo assim no Brasil. Afinal de contas, somos reconhecidos pela diversidade cultural e pessoas de diferentes etnias e religiões vivem pacificamente aqui.

Mas os últimos acontecimentos no Rio de Janeiro, com o exército na rua com seus blindados e tanques, me fizeram mudar o termo e em ser "correspondente de guerra.

Por mais que meu sonho como profissional de jornalismo seja cobrir uma guerra, espero que o conflito carioca acabe o quanto antes e, também, os demais existentes no mundo como no Sudão, Somália, Nigéria, Saara Ocidental, Mali, Israel, Palestina etc.

Afinal de consta, a paz no mundo é bem mais importante do que o sonho porfissional de um jornalista.

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

O Rio de Janeiro continua lindo...

Capital carioca é alvo de ataque de facções que queimaram carros e ônibus

A cidade do Rio de Janeiro foi tomada por ondas de ataques de traficantes que queimaram carros, ônibus e atacaram policiais sem dó ou piedade.

Jornais falam em união de facções para atacar a cidade e, também, que o motivo é a ação das U.P.P.'s (Unidade de Polícia Pacificadora) instalada nos morros e comunidades da cidade maravilhosa.

As conhecidas U.P.P.'s não são tão pacificadoras assim, pois são instaladas nos locais e os policiais ficam com armas de grande porte apontada para os pessoas o dia todo.

Nesse caso a violência diminui ou a intimidação ganhou força? Pode-se realmente afirmar que a polícia está alinhada com a sociedade? Com certeza não!

O exemplo citado foi apenas para ilustrar que o poder público não consegue controlar a violência no Rio. A polícia, próxima das comunidades, apenas gerou desconforto e opressão. Ou você acredita que os moradores dos morros querem somente "segurança" para serem felizes?

A sociedade precisa de moradia com água encanada, sáude pública decente, escola com qualidade e emprego para conseguirem viver com dignidade e não a violência da polícia e, também, dos traficantes que deitam e rolam quando e onde querem.

No Rio de Janeiro quando os traficantes não estão no comando, porque a polícia agiu de forma "correta", as milícias assumem o controle e fazem igual ou pior. Basta ver o "Tropa de Elite II" e comprovará o fato.

A verdade é que o poder público perdeu o controle da segurança para a sociedade e tentou, à todo custo, maquear a situação com as U.P.P.'s nas comunidades. Os fatos recentes (e atuais, pois nesse momento a situação está fora de controle) demostram a fragilidade do governo e sua total ineficiência em proteger a população.

Em 2014 tem Copa do Mundo e em 2016 as Olimpíadas e os problemas preocupam todos. Se o governo não consegue dar segurança à sua própria populução, quem dirá para os estrangeiros que visitarão a cidade.

De qualquer forma, isso é passageiro e daqui uns 20 dias todos esquecerão, inclusive as mídia brasileira sabe porque? Por que de acordo com a música "Aquele Abraço", de Gilberto Gil, "O Rio de Janeiro continua lindo".

Presa no Irã, jornalista foi torturada para confessar crime

Em debate promovido pela Folha de São Paulo no dia 22/11/2010, jornalista iraniano-americana fala um pouco sobre sua experiência no país persa

Filha de mãe japonesa e pai iraniano, Roxana Saberi de 33 anos, nasceu e foi criado nos Estados Unidos. Quando cresceu se interessou pela cultura e o idioma dá nação e, então, após terminar a faculdade decidiu saber que oportunidades teria no Irã.

Roxana trabalhou como correspondente para mídias ocidentais e percorreu inúmeras cidades do país. Descobriu que no país islâmico existe sinagoga e igrejas cristãs, porém as pessoas dessas religiões sentem-se como cidadãos de 2ª classe.

Após a posse do atual presidente, Mahmoud Ahmadinejad, a situação ficou complicada para jornalistas e ela teve sua licença cassada. Desta forma não poderia trabalhar, mas mesmo assim permaneceu no país para escrever um livro.

Seu pensamento era de que o mundo deveria saber mais sobre Irã, além das notícias dos jornais. Assim conseguia fazer algumas entrevistas com os cidadãos, porém eles não divulgava nomes porque eles tinham (e ainda têm) medo de represálias.

Prisão e acusação de espionagem para os Estados Unidos

Em 2009 Roxana agentes do governo foram ao seu apartamento para prendê-la sob a acusação de que espionava para o governo americano. Ela ainda tentou conversar e disse que as entrevistas eram para seu livro. Mas não adiantou de nada e a jornalista foi levada pelos homens.

Na cadeia sofreu pressão psicológica e tortura branca. Os oficiais diziam que só teria direito a um advogado e que seria solta se confessasse ser espiã contra o regime do país. A prisão onde estava era destinada à presos políticos.

As paredes da sala de interrogatório eram estofadas para os interrogadores pudessem batar a cabeça dos presos contra a parede. Dessa forma sentiriam "somente" dor, mas não teriam danos irreversíveis.

Para conseguir sair ela cedeu a pressão e confessou as acusações por medo do que poderia acontecer. Já na prisão, em contato com outras mulheres (presas políticas), relatou que não devia ter cedido a pressão dos agentes e que se arrepende disso.

Conseguiu ser solta porque sua caso repercutiu no mundo todo e com ajuda de outros países o governo iraniano a soltou. Porém, ela disse que existem muitos presos políticos, inclusive mulheres, que lutam por democracia e não têm quem os defenda.

A mídia iraniana é totalmente controlada e, segundo Roxana, os melhoras jornalistas e blogueiros do país saíram do Irã em busca de liberda e, também, para demonstrar ao mundo a forma como o regime comanda o país.

O livro "Entre dois mundos", da editora Larousse, conta toda a trajetória da jornalista no país persa. Desde seu trabalho até os últimos dias na prisão.

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Será o começo de uma nova guerra?

Desde o início do século XX o mundo não ficou sequer 01 dia sem guerra e, pelo visto, continuará assim por um bom tempo

A Guerra da Coréia durou 03 anos (1950 - 1953) e resultou na criação da Coréia do Norte, considerada comunista e com um regime político extremamente fechado, e a Coréia do Sul, aberta ao capitalismo e mais alinhada com os países ocidentais.

Durante o conflito a extinta União Soviética apoiou a ala esquerda enquanto os Estados Unidos ficou ao lado da parcela de direita, pois na época a guerra fria estava em seu começo e a luta pela expansão mundial se iniciava.

Esse impasse dura até os dias atuais e a fronteira que divide as nações é considerada a mais militarizada do mundo. O regime do norte é fortemente acusado de obter a bomba nuclear e seu povo enfrenta uma grave crise alimentar.

Recentemente o sul acusou os vizinhos de afundarem 01 embarcação em que sul-coreanos morreram e, exatamente hoje (23-11-2010), chegou a notícia que o norte atacou o território rival com bombas.

Por mais que governos tenham tentando frear a evolução da Coréia do Norte em relação a bomba atômica com sanções econômicas junto a O.N.U., parece que em nada refletiu para que o clima hostil entre os países acabasse.

Até a mediação da China, que está bem mais próxima dos norte-coreanos, em nada adiantou na evolução das conversas para que ambas as sociedades evoluíssem para uma vida em paz e harmonia.

A Coréia do Norte com sua enorme resistência sempre dificulta a situação mais do que se espera e a Coréia do Sul, alinhada com praticamente o restante do mundo, também não faz concessões para a paz.

Já não basta os conflitos na África, Iraque e Afeganistão para que os governos vejam que o conflito armado somente gera mais raiva e destruição na sociedade?

Líderes políticos e generais do exército não morrem em batalha. Pode ser por isso que os donos do poder não almejam uma solução pacífica, pois enquanto o povo luta eles apenas enriquecem atrás da seus paletós e fardas.

sábado, 20 de novembro de 2010

Elogios à cobertura da Folha

Educação e imparcialidade na mídia são imprescindíveis para a evolução de uma nação

Há tempos que esse blog bate sempre na mesma tecla: o investimento em educação é primordial para a evolução da sociedade e, consequentemente, o crescimento do país.

Aqueles que acompanham os textos com certeza perceberam que algumas críticas foram feitas em relação à cobertura jornalísta da "Folha do São Paulo" sobre a  política nacional. Casos em que criticaram o governo federal na intenção de cobrar impostos e, no âmbito estadual (São Paulo), defenderam a cobrança.

Críticas também foram feitas em relação ao pedido de acesso às informações sobre o processo da presidente eleita na época da ditadura, mas não foram solitadas a abertura dos arquivos para punir militares e torturadores.

Educação e críticas ao jornal foram citados para exemplificar que o blog quer melhorias para a sociedade e, também, na cobertura jornalística. Porém, há também elogios ao conteúdo da Folha que devem ser expostos.

O jornal acertou na forma como conduziu o tema

No caderno "Cotidiano" de hoje, 20/11/2010, a Folha trás a matéria "Aluno da rede estadual fica até 6 meses sem prefossor" onde relata o descaso do estado com a sociedade quando o tema é EDUCAÇÃO. Questionou o modelo de contratações do governo tucano, que em resposta relatou que alterações devem ser realizadas.

Alunos da rede pública, no período em que estão sem professor, ficam ociosos nas escolas e ainda assim obtém média superior a 07 e passam de ano. Verifica-sa aqui o modelo de "aprovação automática".

Parabéns à Folha pela bela matéria sobre a educação no estado de São Paulo. Assim como esse blog, espera-se que o jornal continue na luta pela melhoria da sociedade com acesso a boa educação nas escolas.

Segue abaixo o texto do jornail na íntegra, pois o link disponibilizado pode ser acesso somente por assinatnes.


Aluno da rede estadual fica até 6 meses sem professor
Governo não consegue contratar profissionais para cobrir licenças temporárias

Docente prefere esperar vaga com tempo maior de trabalho, pois lei ordena que, após 1 ano, fique 200 dias afastado


TALITA BEDINELLI

DE SÃO PAULO

RAPHAEL MARCHIORI

DO "AGORA"
A prova do Saresp (que avalia o aprendizado anual de alunos da rede paulista) teve um gostinho amargo para Lia, 13, nesta semana.
Apesar de boa aluna, ela não soube responder a parte das questões de português.
E não foi por falta de estudo. "Foi por falta de professor", diz Cléo, 33, mãe dela.
A professora de português de Lia na Joaquim Leme do Prado, zona norte da capital, está de licença há três meses e nenhum outro docente a substituiu. Os alunos ficam na sala ou no pátio "sem fazer nada", diz a menina. Mesmo sem aulas, ou avaliação, ela teve nota 8 no bimestre.
Lia é uma das vítimas de um problema que aconteceu em muitas escolas estaduais de SP ao longo do ano.
A Folha escutou relato semelhante em outras 11 escolas, de todas as regiões da cidade e da Grande SP. Em algumas, os estudantes chegaram a ficar até seis meses sem uma determinada disciplina.
Em Araraquara, interior do Estado, alunos do 3º ano fizeram um boicote ao Saresp, pois afirmam que não tiveram aulas regulares de química, história e física desde o começo do ano.
A falta de professores é consequência de uma lei estadual, de 2009, que determina que funcionários contratados sem concurso podem trabalhar por no máximo um ano. Depois, eles devem ficar afastados por 200 dias para evitar vínculo empregatício.
Por isso, poucos professores não estáveis (cerca de 10% da categoria) aceitam cobrir licenças temporárias. Preferem esperar por vagas com mais tempo de trabalho ou até desistem da profissão.
A situação deve piorar no próximo ano, pois os professores que deram aula neste ano terão que se afastar até o início do segundo semestre.
A Secretaria Estadual da Educação reconhece o problema e diz que tentará modificar a legislação neste ano.

AULA VAGA
Os alunos dizem ainda que a ausência dos professores não costuma ser suprida por atividades escolares.
"A gente traz jogo e fica jogando dentro da sala", diz Renata, 12, aluna da escola Castro Alves, na zona norte. Ela ficou dois meses sem ter aula de história neste ano.
Na escola, estudantes do 3º ano do ensino médio também ficaram cerca de seis meses sem aula de filosofia.
A vice-diretora de uma escola confirmou aos pais o problema numa reunião que a Folha acompanhou: "Me parte o coração ver crianças assim. Mas nenhum professor quer pegar essas aulas".

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Mais uma vez o jornalismo deixou de cumprir seu papel social

Ao se dizer imparcial e em informativa, a grande mídia tenta iludir a sociedade com discursos que pregam somente aquilo que lhe convém

Ao acessar o sítio www.folha.com.br/fsp ou adquirir um exemplar da Folha de São Paulo o internauta/leitor lê exatamente a seguinte mensagem “Um Jornal a Serviço do Brasil”. Entende-se aqui que o veículo tem como dever informar a sociedade em relação à situação do país, mas sem beneficiar uns ou outros. Isso é, de fato, o compromisso com a verdade.

Porém, na edição do dia (17/11/2010) tem a matéria “Tribunal libera acesso da Folha a processo de Dilma” em que se vangloria de conseguir os dados da presidente eleita referentes ao processo da época da ditadura.

Aliás, tais informações foram solicitadas às vésperas da eleição sob a alegação de que o povo brasileiro tem o direito de saber do passado dos candidatos à Presidência da República. Claro que a sociedade dever ter conhecimento dos dados, porém, porque essa vontade absurda ocorreu bem perto do pleito?

Aqui fica claramente que o objetivo da Folha, naquele momento, era realizar a publicação dos processos para prejudicar a campanha da Dilma e, atualmente, ao que parece, serve para tentar “manchar” a imagem da presidente eleita.

A grande mídia mais uma vez se mostrou contra a justiça no Brasil ao solicitar somente acesso aos processos de Dilma durante a Ditadura

O jornal deveria seguir aquilo que está escrito em sua página principal e, solicitar também, junto ao STM (Supremo Tribunal Militar), a abertura de todos os arquivos da ditadura. Dessa forma a justiça seria feita e os torturadores seriam punidos pelos crimes cometidos contra aqueles que lutavam pela liberdade de expressão de a democracia no país.

Ao deixar de tomar tal atitude evidencia-se que não querem mexer no passado porque ao abrirem os arquivos será possível constatar que a Folha não se opôs ao regime, assim como a Rede Globo e o Estado de São Paulo.

Como que o veículo se intitula ser “Um Jornal a Serviço do Brasil” poderia deixar claro aos leitores que “Brasil é esse”? Pois dessa forma, o serviço prestado é somente para os que estão no poder.

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Manhê! Tirei um dez na prova...

O ensino público brasileiro não melhorou em praticamente em nada nos últimos 15 anos. Como será em 2025?

O título do texto não se trata somente da nota tirada por alunos em provas nas escolas, mas sim foi extraída dá música "Estudo Errado" do cantor e compositor Gabriel O Pensador, que fez muito sucesso na década de 90.

A canção foi lançada no álbum "Ainda é Só o Começo", de 1995, e tem pelo menos 15 anos de existência. Porém, ao analisar a letra constata-se que o problema daqueles tempos permanece nos dias de hoje.

"Manhê! Tirei um dez na prova
Me dei bem tirei um cem e eu quero ver quem me reprova
Decorei toda lição
Não errei nenhuma questão
Não aprendi nada de bom
Mas tirei dez (boa filhão!)"


No trecho citado acima percebe-se que nas escolas os alunos somente aprendem aquilo que cairá na prova e não existe reflexão sobre os assuntos. O importante é tirar 10 (ou média) e passar para o ano seguinte.
 
Se a análise for mais adiante o que se vê são crianças sem perspectiva de futuro, sem chance de aprenderem algo que irá realmente inserí-las na sociedade e que tomarão as decisões mais adiante.
 
A música, como dita anteriormente, é de 1995 pelo menos. Ou seja, um aluno que na época tinha entre 10 e 15 anos hoje está na faixa etária de 25 e 30. Como a educação já era péssima atualmente existe uma parte da sociedade que não gosta de ler, acompanhar a política e demais temas que influenciam na situação da nação.
 
O passado está no presente e, se não houver manifestação, o FUTURO será o mesmo
 
"Encarem as crianças com mais seriedade
Pois na escola é onde formamos nossa personalidade
Vocês tratam a educação como um negócio onde a ganância, a exploração, e a indiferença são sócios
Quem devia lucrar só é prejudicado
Assim vocês vão criar uma geração de revoltados
Tá tudo errado e eu já tou de saco cheio
Agora me dá minha bola e deixa eu ir embora pro recreio..."
 
O final da canção ilustra exatamente os dias atuais do ensino público em São Paulo e, também, no Brasil. Temos aprovação automática, corrupção na compra de materiais, reformas e merendas para os alunos e o pouco caso com os professores.
 
Quem realmente deveria ser beneficiado são os alunos com conteúdo de qualidade e reflexivo. Os professores, que no mínimo teriam que ser respeitados sofrem agressões nas instituições.
 
De 15 anos para cá não houve melhora alguma no ensino público, mas sim uma deteriorização provocada pelo sistema para que se mantenham no poder.
 
Voltarei com essa discussão em 2025 e, quem sabe, existirão melhoras no esino público e na sociedade. Sintam-se à vontade para deixar comentários agora ou daqui a 15 anos. Do jeito que a coisa vai a situação será a mesma.

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Afinal de contas, quem é a "Classe Média"?

A economia brasileira cresceu nos últimos tempos e, com isso, o poder aquisitivo dos cidadãos

De acordo com estudos e uma pesquisa divulgada pela F.G.V. (Fundação Getúlio Vargas) informa que famílias com renda superior à R$ 1.064,00 e com eletrodomésticos em casa como TV, geladeira e microondas são consideradas de "classe média" no Brasil.

No jornal Folha de São Paulo do dia 10/10/2010 saiu uma matéria sob o título "Classe média emergente se acha pobre" (conteúdo disponível somente para assinantes da Folha e do portal UOL) em que pessoas relatam o classe média realmente deveriam ser consideradas as famílias com renda de R$ 4.000,00.

Alguns dos entrevistados alegam que com o salário em torno de R$ 3.500,00 tem de sustentar a família com 05 pessoas e, no final de tudo, não sobre dinheiro para o lazer. Outro relato trata a renda conjunta ultrapassa os R$ 2.000,00, porém o pai tem que ajudar os filhos no final do mês. Eles estudem em faculdades privadas.

Governo e as mídias sempre impuseram, se é que pode-se dizer assim, que a condição de classe da sociedade está atrelada a sua renda e, nos últimos tempos,  com a melhora da economia e do poder aquisitivo boa parte dos brasileiros foram elevados à condição de "Classe Média".

Uma nova forma de pensar em "Classe Média"

Na edição de novembro da revista "LE MONDE diplomatique Brasil" o sociólogo Jessé de Souza oferece uma nova visão sobre a chamada "nova classe média brasileira".

De acordo com o sociólogo as classes, que antes não tinham poderio de compra, se beneficiaram com a melhora na economia. Mas ainda asim não são parte da classe média tradicional, aquela que estuda em colégios pagos, tem acesso à lazer e cultura com suas rendas.

A chamada "nova classe média brasileira", para Jessé, não passa de uma nova "classe trabalhadora" instutuída no país. São pessoas que trabalham de 10 a 14 horas por dia, e, que depois da jornada de trabalho, ainda vão às faculdades para estudar.

A classe média esteve sempre como dominante da sociedade e não dominada. Atualmente essa "nova classe trabalhadora pode consumir o que não podia antes, porém não  está nem próxima da que se chama de verdadeira.

Fica difícil saber como definir ou não o que é e o que não é classe média no Brasil. Para o governo e as mídias essa mediação se faz através da renda e para o sociólogo, de acordo com a reportagem no "Le Monde", isso se dá de acordo o aspecto cultural de cada indivíduo.

Mas algo ficou bem claro para todos e creio que não havia sido percebido até esse momento. Realmente a atual classe média (de acordo com o governo), trabalha de 10 a 14 horas por dia e depois vai à faculdade para estudar (de acordo como Jessé de Souza).

domingo, 14 de novembro de 2010

As Meninas do Vôlei

Mesmo com pouco investimento, o esporte mantém alto nível de jogo e o nome do Brasil no cenário mundial

O vôlei não é um esporte muito divulgado pela grande mídia e seus jogos somente são transmitidos em TV aberto que a seleção brasileira, seja ela masculina ou feminina, jogam competições importantes.

As competições nacionais às vezes são transmitidas por canais da TV paga e geralmente quando estão fazes semi-finais ou nas próprias finais. Alías, o vôlei masculino sempre esteve mais alte que o feminino por conta da medalha de ouro conquistada (brilhantemente) em 1992, nas olimpíadas de Barcelona.

Hoje, mais uma vez, a seleção brasileira feminina de vôlei chegou a final do Mundial, depois de passarem para seleção da casa, o Japão, em 01 jogo em que perdiam por 02 sets à 0 e buscaram a virada.

Infelizmente, no caminha das meninas, estava a talentosa seleção Russa com suas jogadoras altíssimas e tão habilidosas quanto as brasileiras. Em 2006 as russas levaram a melhor e foram campeãs do mundo e, em 2010, em jogo disputadíssimo e equilibrado elas se sagraram bi-campeãs mundiais.

No Brasil o vôlei não tem investimentos altos quanto o futebol porque seu retorno não gera os lucros esperados pelas empresários, sejam eles patrocinadores ou emissoras que poderiam transmitir os jogos.

Ainda assim as seleções brasileiras conseguem ser destaques no mundo e volta e meia ganham títulos para nós. No vôlei masculino ganhamos tudo e no feminino falta somente o titulo Mundial, que escapou de nossas mãos hoje pela manhã.

Os salários das jogadoras não são chegam próximos dos recebidos pelos jogadores de futabel, Porém, devemos parabenizá-las por defender as cores do Brasil com tamnha vontade e amor.

No futebol, mesmo com jogadores magníficos e a cada ano sempre surge 01 "novo Robinho" ou "Ronaldo", seja o Gaúcho ou o Gorducho (não podia perder a piada!), não se consegue os resultados esperados (e olhe que investimento não falta nessa área), enquanto no vôlei cada ano que passa os resultados sempre são melhorados ou, no mínimo, se mantém no mesmo nível.

Acredito que passou a hora do governo planejar investimentos nessa modalidade do esporte. Afinal, nos últimos anos o vôlei tem mantido o nome do Brasil no topo do mundo.

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Agora está confirmado! Tiririca como deputado

O Circo está armado e mais 01 Palhaço, literalmente, assumirá um cargo político na Câmara dos Deputados

Candidato a 01 das vagas de Deputado Federal pelo Estado de São Paulo, Tiririca obteve mais de 1.300.000 votos válidos e foi eleito com a maior votação, entre aqueles que concorreram e ganharam, no Brasil.

Com seus votos e, também por conta da coligação entre partidos, foram eleitos mais alguns candidatos como o delegado da Polícia Federal Protógenes Queiróz.

Falou-se muito que ele serviria de laranja para que pessoas do partido exercessem o mandato e chegaram a dizer que o candidato era analfabeto. Sendo assim, ele não poderia representar a sociedade na Câmara dos Deputados.

No dia 11/11/2010 Tiririca foi submetido a 01 teste no qual deveria escrever um texto ditado e, também, ler e interpretar 01 texto de jornal escolhido de forma aleatória.

Este blog não foi à favor da candidatura do palhaço, porém respeita a grande quantidade de votos obtida por ele. Quem votou, seja por protesto ou por não acreditar mais naqueles que se dizem verdadeiros políticos, o pleito do dia 03/10/2010 foi democrático e Tiririca se elegeu com o apoio popular.

O T.S.E. (Tribunal Superior Eleitoral) deveria praticar esses tipos de testes antes de aceitar a candidatura de qualquer pessoa. Caso contrário a vontade de mais 1.300.000 de eleitores seria desrespeitada e a democracia, que todos dizem lutar por ela, seria esfacelada e oprimida.

Aliás, espero que nas próximas eleições o teste para saber se o candidato é analfabeto ou não seja aplicado para todos, pois se realmente soubessem ler cumpririam ao menos com o que diz o Artigo 6º da Constituição.

"São direitos sociais a educação, a saúde, a alimentação, o trabalho, a moradia, o lazer, a segurança, a previdência social, a proteção à maternidade e à infância, a assistência aos desamparados, na forma desta Constituição".

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Tristeza para uns e felicidade para os outros

O estádio para o jogo do Mundial de 2014, no Brasil, já está decidido. Porém, ainda não se sabe quem financiará o projeto

A Copa do Mundo no Brasil será somente em 2014 e as discussões em relaçãos aos estádios, infra-estruturas das cidades como transporte e areportos esquetam os jornais e as autoridades.

A cidade de São Paulo, conhecida como o grande centro futebolístico do país, não pode ficar de fora da festa e, desde que o Brasil foi escolhido como sede, pleiteou receber o jogo de abertura da competição.

A princípio o estádio que receberia a abertura seria o Morumbi, do São Paulo Futebol Clube. Porém, projetos foram apresentados e recusados pela C.B.F. Financeiramente os valores diminuíam e o crédito da cúpula Tricolor caiu um pouco por conta disse.

Todos sabem que a diretoria do clube pauliste e o órgão máximo do futebol brasileiro não são afetos um do outro e, talvez por conta de richa política, o estádio do Morumbi foi descartado do Mundial.

Cogitou-se em construir o "Piritubão" e, ao mesmo tempo, o Sport Club Corinthians Paulista anunciou a construção (tantas vezes adiadas ao longo do tempo) em Itaquera, na zona leste de São Paulo.

De acordo com a diretoria alvi-negra o projeto não serviria para a abertura da copa, pois o "Fielzão" foi projetado para 45.000 lugares e, para sediar a copa, deveria ter ao menos 65.000.

Papo-vai, papo-vem e os governos disseram que não dispensariam verba para arcar com os custos do estádio do Timão. Cogitou-se até que não haveria apoio para o projeto.

Enfim, esta semana foi divulgado que o "Fielzão" sediará o jogo de abertura da Copa e, até o momento, não se sabe quem bancará o projeto final. Corinthians diz que não tem dinheiro para pagar os 20.000 lugares excedentes e C.B.F. e governo não falam sobre isso.

Se o esquema for como sempre aconteceu aqui no Brasil, a conta do novo estádio ficará para o povão (não somente os conrinthianos).

A tristeza de uns, cidadãos que pagarão impostos para o custeio do projeto e dos torcedores tricolores que não terão seu estádio como sede será a felicidade de outros, políticos e empresários que irão enriquecer e, também, alguns corinthianos que, mesmo com toda essa politicagem, terão enfim em estádio.

sábado, 6 de novembro de 2010

O (des) serviço da mídia

Ao invés de informar e deixar que o leitor tire suas próprias conclusões a grande veicula notícias tendenciosas

O jornal "A Folha de São Paulo", em seu caderno "Poder" de hoje (06/11/2010), matéria sobre a inverstimento em saúde no Brasil que não evoluiu nos últimos 08 anos, a possível volta de CPMF, a opinião de Serra sobre Lula e uma outra referente a mudança de da Lei Kandir no Estado de São Paulo.

A matéria "Lula e Dilma vão autar por nova CPMF" e a "Alckmin negocia mudança na Lei Kandir" foram as que mais me chamaram a atenção pela forma como foram conduzidas pelo jornal.

Na primeira o jornal relata que o governo pode aprovar a volta do imposto sobre as movimentações financeiras. A reportagem está em tom de crítica e enfatiza que o diheiro a ser arrecadado será para investimentos na área da saúde.

Aliás, a matéria "Receita cresceu '2 CPMF's', mas verba não foi para a saúde" relata somente o tempo de governo Lula e se esquece de informar os investimentos no tempo de F.H.C.

A mídia, que tem como dever informar a sociedade, esqueceu de dizer que a CPMF foi aprovada e instaurada pelo governo tucano em 1997 e, vale lembrar, com a oposição dos petistas. Esses últimos que ao chegarem no poder acreditam ser inviável o cancelamento porque a verba contribui (e muito) no balanço das contas e, de lado do P.S.D.B. o pedido era para que fosse decretado seu fim.

A segunda reportagem cita que o governo de São Paulo, na mão dos tucanos, estuda uma forma de como não perder R$ 8 bilhões em arrecadação nos próximos anos por meio de alianças e alteração na Lei Kandir, na qual empresas têm isenção no pagamento do ICMS sobre serviços de telecomunicações e e consumo de energia.

O jornal retrata a notícia como uma forma de que o estado seria prejudicado caso o governo não consiga a arrecadação. Sendo assim, a reforma seria necessária e as empresas teriam de arcar com os impostos.

Essa medida pode influenciar no bolso do consumidor uma vez que o empresariado para repassar o custo, ou parte dele, nos produtos comercializados.

Não cabe ao blog, pelo menos nesse artigo, julgar a necessidade ou não da cobrança de impostos seja ele no âmbito nacional e estadual, mas sim de demontrar como a mídia, que se diz imparcial, é tendenciosa em relação a fomre de divulgar as notícias.

Fatos históricos foram esquecidos (ou omitidos) no momento de veicular a informação o que tendência o julgamento de leitor em relação aos fatos.

A fiscalização dos governos deve ser realizada pelo povo para que a sociedade como um todo seja beneficiada com suas ações. Porém, também as pessoas fiscalizar os meios de comunicação que em muitos casos tendem a defender uns e desfavorecer outros em troca de benefícios próprios.

Obs: os links disponibilizados nesse texto só podem ser acessados por assinantes da Folha de São Paulo e do portal UOL.

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

A Casa Branca e suas guerras não conseguem minar o terrorismo

Governo do Estados Unidos não consegue controlar o crescimento Talibã no Afeganistão e, também, em solo paquistanês

Um homem bomba se explodiu hoje, 05/11/2010, no Paquistão, mais precisamente em uma mesquita, e cerca de 50 pessoas morreram e inúmeras outras ficaram feridas.

De acordo com o site do jornal Al-jazeera, com sede no Qatar, o homem que detonou o explosivo tinha cerca de 17 anos e a mesquita era frequantada pela parcela da população em que o Talibã não tem apoio.

Apoiado pelos Estados Unidos, o governo paquistanês detêm a bomba nuclear e serve de auxílio para que alimentos, combustíveis e diversos tipos de apoio cheguem ao Afeganistão para dar suporte às tropas estadunidenses.

Sabe-se que a guerra contra os afegãos era justamente para minar as forças e coibir o crescimento do Talibã na região. Pelo visto não é o que acontece, pois de acordo com notícias recentes eles controlam boa parte do Afeganistão e regiões fronteiriças no Pasquistão.

O governo estadunidense fornece suporte ao Pasquistão para frear o movimento Talibã em seu território, mas essa operação segue sem sucesso. No Afeganistão eles crescem a cada dia e já se cogita um acordo com o governo para melhorar as condições do país.

Para uma guerra que já matou inúmeros cívis e soldados na busca de Osama bin Laden e o fim do Talibã na região parece que os Estados Unidos não adotaram uma tática eficiente. ao invés de paz o que  pode ocorrer será uma repetição do Vietnã.

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Xenofobia à Paulista

Fala-se tanto de preconceito contra brasileiros na Europa e o que existe internamente não é discutido

Por onde se passa pode-se escutar que Dilma Rousseff somente foi eleita porque os "nordestinos" é que votam no P.T., ou que de acordo com o UOL ela ganhou onde a taxa de analfabetismo é mais alta.

Também foi dito que semos "cabecinhas lá de cima" a candidata não teria se elegido. Aliás, muitos dizem que aqueles que votaram em Dilma são só podem ser BURROS.

O Blog do Sakamoto tem um texto sobre o tema chamado de "Breve comentário sobre o preconceito no Twitter" onde relata a forma como os paulistas serristas tratam o povo do nordeste (diga-se de passagem que também são brasileiros).

O Rio Grande do Sul, estado da presidente eleita, já teve um movimento separatista e que ao longo do tempo perdeu força. De acordo com Sakamoto pessoas disseram que São Paulo deveria se separar do Brasil e, assim, seguir seu rumo como uma nação independente.

O motivo de tanta violência só pode ser preconceito. fora desse contexto não há como entender tamanha agressividade contra os brasileiros. Ressalto aqui que grande parte dos paulista quando almejam viajar nas férias escolhem o litoral nordestino para descanso.

Enfim, se de fato o estado de São Paulo fosse separar do Brasil eu pediria asilo ao povo do nordeste e viveria por lá. não me sinto BURRO e não tenho descendência nordestina, mas se votar na Dilma me torna uma pessoa com essas qualificação eu as assumo desde já.

terça-feira, 2 de novembro de 2010

A Imparcialidade dos Meios de Comunicação na Política

Criticar o governo que defende os pobres sempre foi algo da grande mídia. Existirá coragem de fazer o mesmo traballho no governo de São Paulo?

Depois do resultado do pleito presidencial as mídias, sejam elas impressas, televisivas, rádios e de internet resolveram que a pauta da vez será a Dilma e seu futuro governo.

Tudo bem que ela é a 1ª presidente mulher do Brasil, de esquerda e que lutou contra a ditadura imposta pelo exército e com ajuda financeira dos Estados Unidos (essa parte de auxílio estadunidense as grandes mídias não cita) e que dará continuidade no projeto de Lula.

As mídias têm a intenção de fiscalizar o governo e de informar a sociedade em relação às ações sejam elas boas ou ruins. No caso da presidência, pelo que acompanhamos, foram levantados somente problemas e praticamente nada de apoio com o que deu certo até o momento.

Porém, não se pode renegar que o estado de São Paulo tem um "novo" governador eleito e que seu mandato deverá ser fiscalizado pela imprensa tanto quanto o da presidente.

Não pode deixar passar a educação que há tempos está um caos, saúde, transporte (metrô) e rodovias que são boas, porém administradas por empresas privadas e que mantém pedágios em diversos trechos.

A Veja, O Estado de São Paulo e a Rede Globo são os meios de comunicação que com certeza mais tentarão desmoralizar o governo federal. Será que terão a mesma coragem de criticar o governo tucano aqui em São Paulo?

Vamos esperar, mas eu pago para ver isso!